O que Inhapim compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Inhapim compraram US$ 296,8 mil de outros países. É 43% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 521,7 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Inhapim ficou em 199º lugar. No Brasil, em 1.574º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Pneumáticos novos, de borracha131 toneladasUS$ 296,8 mil100%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 1,44 milhão
- 2024US$ 694,1 mil
- 2025US$ 219,5 mil
- 2026 (até setembro)US$ 296,8 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Inhapim
Quanto Inhapim importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Inhapim (MG) compraram US$ 296,8 mil de outros países: 1 produto, de 2 países.
O que Inhapim mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Pneumáticos novos, de borracha (100%).
De quais países Inhapim mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (88%), Vietnã (12%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.